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Vereador Dr. Vinícius Costa diz que prefeito usa de ‘meias verdades’ para enganar a população e que câmara não é contra suplementação

Por: Leonardo Oliva | Sertão Hoje   Quarta, 17.Outubro.2018 às 08h59


Foto: Alan Rich | Livramento Hoje

Na sessão desta segunda-feira (15), em Rio de Contas, o vereador e advogado Dr. Vinícius Costa criticou o prefeito Cristiano Azevedo. Segundo o Vereador, o prefeito concedeu entrevista na rádio para dizer que já havia conversado com os vereadores e estes haviam concordado com a suplementação de 20%. “O Prefeito usou de meias verdades em sua entrevista e talvez a rádio não tenha lhe dado tempo suficiente para explicar que nós concordamos em dar a suplementação, desde que ele preste contas de como foram usados os recursos da suplementação de 20% que já havia sido dada antes e como ele pretende usar esta nova suplementação”, afirmou Dr. Vinícius Costa. O Vereador ainda fez um breve histórico da ‘novela’ envolvendo esta questão da suplementação orçamentária. Segundo Dr. Vinícius Costa, o prefeito Cristiano Azevedo administrou em 2017 um orçamento de R$ 28 milhões e teve 100% de suplementação, ou seja, pode manejar livremente os recursos da forma que achasse mais conveniente. “Eu até concordo com a suplementação de 100% no primeiro ano de mandato, porque o prefeito entra e tem que administrar com um orçamento feito pelo seu antecessor. No entanto, para esse ano de 2018, o prefeito reuniu a sua equipe, elaborou um orçamento de R$ 30 milhões e o mesmo foi aprovado por unanimidade pela câmara”, afirmou. Ainda Segundo Dr. Vinícius Costa, em 2017, o prefeito solicitou uma suplementação de 10%, que equivale a R$ 3 milhões e a Câmara aprovou. Em junho de 2018, o prefeito pediu mais 10% de suplementação, que equivale a R$ 3 milhões e a câmara mais uma vez aprovou. “Em setembro de 2018, o prefeito pediu 40% de suplementação, que equivale a R$ 12 milhões e a câmara disse chega. Os vereadores não são contra a suplementação, mas sim contra a forma como o executivo está querendo fazer, sem prestar contas do que já foi autorizado e sem dizer onde os recursos serão usados. Se não for para fiscalizar o executivo, para que existe a câmara de vereadores? Então, é melhor fechar”, disparou.

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