Livramento Hoje

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Artigo: O impacto da violência nas sociedades

Por: Irlando Oliveira   Segunda, 17.Julho.2017 às 07h30


Foto: Livramento Hoje

Jamais houve tanta discussão sobre segurança pública no Brasil como na atualidade, preocupando a tudo e a todos, considerando os já insuportáveis índices de criminalidade sinalizados pelos inúmeros órgãos de estatística - com destaque especial para o Atlas da Violência, produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) -, impondo aos gestores públicos substanciais modificações nas suas políticas de segurança, como forma de se tentar conter e/ou mitigar o impacto da violência na vida das pessoas.

Arraiá do Estocada: a festa junina de todas as famílias e do povo de Livramento

Por: Vereador Paulo Lessa   Quarta, 07.Junho.2017 às 18h00


Foto: Reprodução

A comunidade do bairro Estocada se mobiliza anualmente para organizar e realizar uma festa junina com absoluta característica de confraternização na relação com as famílias que ali residem e uma íntima relação de receptividade a todos os visitantes que vêm participar para brincar, se divertir e reviver os bons tempos da inesquecível “festa na roça”, também conhecida como festa do interior. Tradicionais nas pequenas cidades e comunidades rurais, as festas ocorrem para celebrar os santos de meio de ano, principalmente Santo Antônio e São João Batista. Por isso moradores da Estocada se esforçam para festejar uma das manifestações culturais mais fortes do país, em especial da cidade de Livramento de Nossa Senhora, que promove um evento de maior período de duração, com extensa programação que se inicia ainda no mês de maio, com a abertura realizada sempre no domingo em que se comemora o Dia das Mães (no Passa Quatro) e se prolonga com os demais arraiás, como Rua do Areião, Praca João Marques incluindo a própria localidade Estocada. Durante o período junino a comunidade recebe dezenas de milhares de pessoas, com um movimento um pouco menor nos dias normais da semana, mas com um grande público presente nos finais de semana em que acontece a festa junina. Além de contar com belíssima ornamentação da praça com muitas bandeirolas coloridas, adereços, o “caipira urbano” tem a sua disposição, shows com grupos e bandas musicais de forró, barracas de bebidas e de comidas típicas, apresentação de quadrilhas de escolas e de ruas, danças do festejo, barracas de campanhas institucionais, leilões beneficentes, as tradicionais quermesses, novenas e celebração de missas na paróquia da comunidade. A festa junina do Bairro Estocada é uma organização e realização dos Moradores da comunidade, com patrocínio da Prefeitura de Livramento, administração Ricardo Ribeiro, que tem como atração principal neste sábado, dia 10/06, a banda seu maxixe.

A felicidade não é deste mundo, mas se inicia aqui

Por: Irlando Oliveira   Segunda, 08.Maio.2017 às 13h30


Foto: Reprodução

Analisando o livro bíblico de Eclesiastes (2:4-11), em que Salomão (931 a.C.), Rei de Israel, estabelece, nas suas entrelinhas, não ser a felicidade deste mundo, e avaliando a jornada terrena da criatura humana, inferimos que tal escrito se reveste da mais pura expressão da verdade, já que, por mais conquistas e ganhos que logremos nesta vida, não alcançaremos o estado de plenitude, "faltando-nos" sempre algo, pois o que importa não é "ter", mas "ser". Desde o momento em que começamos a compreender a vida e os seus mecanismos, já maduros psicologicamente e devidamente emancipados - e até mesmo antes de adquirirmos a nossa independência -, passamos a perceber a realidade do axioma eclesiástico, pois não temos nos dedicado a outra coisa na vida, até então, senão a resolver problemas. São problemas que nos tiram a paz e a tranquilidade necessárias ao encontro da tão sonhada felicidade. É certo que vivenciamos momentos de júbilo, os quais devemos extrair o máximo de proveito, pois logo se esvaem, dando lugar a novas inquietações e angústias, as quais nos impelirão a novos esforços para resolver mais e mais problemas, pois estes se avolumam a cada dia, quer no seio da família, quer na sociedade ou no campo profissional.

Transtornos psíquicos são 3ª maior causa de afastamento do trabalho

  Quinta, 27.Abril.2017 às 08h30


Foto: Reprodução

Nos últimos quatro anos, transtornos mentais e comportamentais, como altos níveis de estresse, foram a terceira maior causa de afastamento dos trabalhadores brasileiros. Mais de 17 mil casos de concessão do auxílio-doença e da aposentadoria por invalidez foram registrados entre 2012 e 2016 com este motivo, segundo o Boletim Quadrimestral sobre Benefícios por Incapacidade, divulgado parcialmente nesta quarta-feira (26) pelo governo federal. De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o estresse pode causar alterações “agudas e crônicas” no comportamento das pessoas, principalmente “se o corpo não consegue descansar e se recuperar” das atividades trabalhistas. As informações serão detalhadas nesta quinta-feira (27) pelo Ministério do Trabalho, que não revelou quais são a primeira e a segunda causas de afastamento no trabalho tendo como base o boletim.

Artigo: Virtudes e vícios que compõem a nossa personalidade

  Quarta, 12.Abril.2017 às 14h00


Cada ser humano é caracterizado pelas virtudes e pelos vícios que compõem o seu cabedal psicológico. Representamos, neste mundo, um arcabouço característico da nossa personalidade, contendo aspectos positivos - virtudes -, mas também negativos - nossos vícios. E aqui nos encontramos justamente com a finalidade de nos melhorarmos, buscando nos desvencilharmos dos nossos vícios, das nossas mazelas morais, e incorporando, mais e mais, virtudes à nossa essência espiritual.

A Polícia Militar no difícil contexto da Segurança Pública no Brasil

Por: Irlando Oliveira   Sexta, 31.Março.2017 às 15h00


Mantenedora da ordem pública, a Polícia Militar representa, também, força auxiliar e reserva do Exército Brasileiro. Promotora do policiamento ostensivo preventivo nas ruas, conduz inúmeras operações policiais-militares sempre com o escopo de cumprir fielmente a sua missão constitucional. Através das blitzes e abordagens, escolta de presos, radiopatrulhamento, policiamento de grandes eventos, dentre tantas outras ações operacionais, a PM vem emprestando o seu valioso contributo à sociedade, buscando amainar o quadro do crime nas várias Unidades Federativas, ampliando a sensação de segurança aos cidadãos, tão temerosos ante os altos índices de criminalidade sinalizados fartamente pela mídia e pelos órgãos de estatística. Além disso, no interior dos Estados, principalmente, a PM funciona tal qual panaceia, já que frequentemente é instada a atuar nos mais diversos casos - pois quase tudo é ela quem resolve -, se vendo forçada, muitas das vezes, a estabelecer o devido "filtro", sob pena de atuar ilegalmente, num campo de atuação profissional diverso.

Silenciar sentimentos coloca a saúde em risco; veja como remediar

  Quinta, 30.Março.2017 às 07h00


Foto: Divulgação

Os sentimentos são a maneira com o qual nos expressamos na vida, eles demonstram para as outras pessoas e para nós mesmos o que a mente e o corpo estão sentindo. Mas algumas pessoas não gostam de demonstrá-los, por isso guardam, enquanto expressam para as outras pessoas sentimentos completamente diferentes - ou não expressam nenhum. Fatores externos, como relacionamentos falidos, trabalhos desgastantes, estresse, tristeza, depressão e insatisfação vão se acumulando, mas um dia explodem, segundo o site O Segredo, do Portal R7. Desde a infância, as pessoas são ensinadas a se reprimir. Frases como "Chorar não é coisa de menino", "Ter prazer é vergonhoso", "Masturbação é pecado" e "Sentir atração por pessoas do mesmo sexo é errado" são constantemente ensinadas para que as pessoas escondam o que sentem ou querem e acabem se castrando. "Quanto mais tempo você sofrer calado, mais doente vai ficar…”, afirma Paulo Roberto Gaefke. Ainda segundo a publicação, é preciso encontrar o meio termo. É importante saber controlar as emoções, não explodir de raiva e controlar o medo, pois isso significa inteligência emocional. Contudo, é preciso saber expressar esses sentimentos. Conseguir conversar e mostrar que ficou triste ou chateado com determinada situação, ao invés de explodir, podem resolver muitos problemas. Desta forma você consegue expressar o que sente, sem ultrapassar a linha. (N. ao Minuto)

O trabalho compõe a engrenagem da vida

Por: Por Irlando Oliveira   Sexta, 03.Março.2017 às 17h30


Tudo na vida está fadado ao progresso. Nada, absolutamente nada involui. Poderemos até ficar num estágio estacionário, de estagnação, dependendo da nossa atitude perante a vida. Já o dissemos noutros ensaios! A vida estua em todos os sentidos, e no trabalho isso não é diferente, apresentando à criatura humana inúmeros desafios, os quais servem-nos de aprimoramento para a nossa escalada evolutiva. A presente vivência na indumentária carnal favorece-nos o pleno desenvolvimento, criando condições e ambiente propiciatórios para o nosso progresso, como espíritos imortais que somos. Assim, nascemos, nos desenvolvemos e vivenciamos a mágica e a encantadora fase da infância; advém a puberdade, seguida da adolescência, tão caracterizada pela hesitação da nossa atitude comportamental, em razão da nossa imaturidade psicológica. Num passo seguinte, nos depararemos com a fase adulta, esta já fazendo-nos sentir o peso da responsabilidade perante a vida.

Desta forma, devemos extrair o máximo de cada uma dessas fases, pois, caso contrário, inevitavelmente buscaremos fruí-las em outra etapa da vida, criando conflitos de comportamento, assumindo posturas equivocadas para determinadas idades. A engrenagem da vida é realmente perfeita, pois nos leva a assumirmos responsabilidades para nos tornarmos independentes, principalmente em relação ao labor. Isso certamente concorre para os tormentos de muitos adolescentes na iminência de atingir a fase adulta, considerando o fato de, próximo ao exame vestibular, muitos entrarem em depressão ante a um dos chamamentos da vida à responsabilidade, que se apresentará inevitável.

Dicas de segurança: Carnaval 2017 - Rio de Contas, Paramirim e Jussiape (Caraguataí)

  Segunda, 20.Fevereiro.2017 às 08h30


Foto: Divulgação

Diante do atual cenário da criminalidade, sempre crescente em nosso país, preocupando a tudo e a todos, necessário nos acautelarmos ante determinados eventos em que há aglomeração de pessoas, principalmente, considerando o fator "oportunidade" em que inúmeros delinquentes dele se aproveitam para perpetrarem seus delitos. Assim, o Carnaval, pelas suas próprias características, frequentemente enseja a prática de crimes, os quais, na maioria das vezes, acontecem diante da nossa falta de prudência e cautela. Contudo, se observadas algumas dicas de segurança, certamente concorreremos para termos um Carnaval tão-somente de alegria, anseio de todos nós!
Desta maneira, passamos a elencar 10 (dez) dicas de segurança, como forma de curtirmos o período momesco sem maiores dissabores:

Desmilitarização das polícias?

Por: Irlando Oliveira   Quinta, 16.Fevereiro.2017 às 08h30


Temos analisado alguns artigos e notícias veiculados pela Internet, os quais suscitam a possibilidade da desmilitarização das polícias. Uns pontuam a formação rígida dos policias, a qual não coaduna com o mister policial-militar, ante a sua missão no seio da sociedade; outos sinalizam o excesso do rigor dos seus pilares básicos: hierarquia e disciplina, que reflete "negativamente" na prestação do serviço público. Na visão desses "ciosos" observadores, percebemos que inúmeros aspectos por eles identificados são, em muitas das vezes, em razão de atrelarem as Polícias Militares à ditadura militar, instalada no país através do "Golpe Militar" de 1964, se estendendo aos idos de 1985.

Sem querer aqui avaliar o período do regime político militar, sentimo-nos excessivamente tranquilos em asseverar que o mesmo deixou-nos saudades, pois naquela época não se via o caos - em todos os sentidos e nas várias áreas de trabalho - em que hoje o país se encontra imerso! O problema da segurança pública no Brasil vai muito além das conjecturas ideológicas derredor da desmilitarização das polícias. O nosso é um modelo no mínimo anacrônico, que enseja naturalmente a ineficiência do serviço prestado na seara de uma pasta tão importante e complexa, que tanto tem impactado o tecido social: segurança pública.

Artigo: Precisamos ser policiados!

Por: Irlando Oliveira   Sexta, 10.Fevereiro.2017 às 14h00


Foto: Divulgação

Com o advento da greve da Polícia Militar do Espírito Santo (PMES), pudemos mais uma vez confirmar a tese por nós sustentada, qual seja: a de que precisamos ser policiados! Se nos deixarmos a sós, inevitavelmente infringiremos, delinquiremos ou praticaremos atos desviantes. Devido ao nosso estágio evolutivo, a maioria de nós é portadora de inúmeros vícios, os quais desabrocham no momento oportuno; e a greve da PM, nesse particular, naturalmente enseja tais condutas. Assim, pessoas que se apresentavam na comunidade com a sua persona ou máscara - nos valendo de uma linguagem psicológica -, em tais circunstâncias terminam se desnudando, se mostrando na sua essência, como verdadeiramente são. Desta forma, ficamos perplexos na medida em que vemos inúmeras pessoas saqueando e roubando, em razão da ausência daqueles que, por dever de ofício, deveriam ali estar, ostensivamente, inibindo a ação criminosa: os Policiais Militares.

O grande temor de uma greve da PM se dá, dentre outros fatores, em razão da anarquia e anomia que se instala na sociedade, preocupando a tudo e a todos, ante o caos que se evidencia. Nesse particular, o Brasil tem assumido vanguarda no cenário internacional, pois jamais se viu o país em meio a tanta criminalidade como na atualidade! Diante das condutas desviantes, as quais as pessoas se permitem nesses momentos de crise, só nos reforça o entendimento de quão estamos carentes de civilidade; de valores éticos e morais tão necessários à paz e a harmonia social. E é exatamente em razão disso que as nossas polícias têm tido imenso trabalho, ocasionando inúmeras intervenções em ocorrências que poderiam simplesmente ser evitadas.

Basta a ausência da força policial para que a baderna se instale, cada qual apresentando condutas que estavam em gérmen, por assim dizer, aguardando a oportunidade para eclodir. Certamente, em razão desses "desvios de comportamento", no seio da sociedade, é que o mundo está tal qual um "big brother", com inúmeras câmeras de videomonitoramento, exatamente para nos policiar!

E o pior de tudo isso é que não vislumbramos melhora, já que a cada dia o quadro se nos apresenta mais aterrador. Acreditamos que a educação, dentre outros fatores obviamente, assume fator relevante nesse processo, diante de pais inescrupulosos que estão mais para reprodutores do que pais, na acepção da palavra. Assim, nos convencemos da necessidade de sermos policiados, de fato, já que ainda não logramos alcançar o ideário enobrecedor de convivermos em sociedade sem a necessidade de sermos vigiados!

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* Irlando Lino Magalhães Oliveira é Oficial da Polícia Militar da Bahia, no posto de Major do QOPM, atual Comandante da 46ª CIPM/Livramento de Nossa Senhora, e Especialista em Gestão da Segurança Pública e Direitos Humanos.